Integração entre APH e pronto-socorro: continuidade do cuidado e segurança do paciente

O atendimento em pronto-socorro é parte de um fluxo que começa muito antes da chegada do paciente ao hospital. O trabalho realizado no Atendimento Pré-Hospitalar influencia diretamente o estado clínico do paciente e as decisões que serão tomadas na sequência do cuidado.

A integração entre APH e pronto-socorro é fundamental para garantir continuidade e segurança no atendimento. Falhas de comunicação, falta de entendimento do contexto pré-hospitalar e desalinhamento de protocolos podem comprometer a qualidade do cuidado e aumentar riscos ao paciente.

A formação das equipes de pronto-socorro precisa considerar essa integração. Profissionais devem compreender as limitações do ambiente pré-hospitalar, as decisões tomadas durante o transporte e as condições em que o paciente foi atendido inicialmente. Esse entendimento favorece uma transição mais segura e eficiente.

A simulação realística permite criar cenários integrados, envolvendo tanto o atendimento pré-hospitalar quanto a recepção no pronto-socorro. Esses treinamentos favorecem a comunicação entre equipes, o alinhamento de expectativas e a compreensão dos fluxos de atendimento.

Ao investir em educação integrada, instituições fortalecem o trabalho em equipe, reduzem falhas na transição do cuidado e contribuem para um sistema de saúde mais eficiente. A integração entre APH e pronto-socorro não é apenas uma questão operacional, mas um fator determinante para a segurança do paciente.

Treinamento estruturado como pilar estratégico nas empresas de saúde e emergência

treinamento para profissionais da saude

Empresas que atuam na área da saúde e emergência enfrentam desafios operacionais significativos. A responsabilidade sobre vidas humanas exige processos bem definidos, equipes preparadas e tomada de decisão baseada em critérios técnicos. Nesse contexto, o treinamento não pode ser tratado apenas como uma obrigação regulatória.

O treinamento estruturado é um pilar estratégico para a gestão das empresas de saúde. Ele contribui para a padronização de condutas, reduz variações indesejadas na prática profissional e fortalece a cultura organizacional. Quando bem planejado, o treinamento deixa de ser um evento isolado e passa a integrar a rotina da empresa.

A simulação realística oferece às empresas uma ferramenta eficaz para capacitação contínua. Cenários controlados e replicáveis permitem avaliar desempenho, observar comportamentos e acompanhar a evolução das equipes ao longo do tempo. Isso fornece dados relevantes para a tomada de decisão gerencial e o planejamento de ações educativas.

Outro aspecto importante é a mitigação de riscos. Treinar equipes em ambientes simulados possibilita identificar falhas de processo, gargalos operacionais e oportunidades de melhoria antes que esses fatores impactem o atendimento real. Dessa forma, o treinamento contribui diretamente para a segurança do serviço prestado.

Empresas que investem em formação contínua fortalecem sua reputação, aumentam a confiabilidade dos seus serviços e demonstram compromisso com a qualidade. O treinamento estruturado deixa de ser custo e passa a ser investimento estratégico.

Similab: uma ferramenta educacional construída para o ensino no APH

O desenvolvimento de ferramentas educacionais para o Atendimento Pré-Hospitalar exige compreensão profunda da prática profissional e dos desafios pedagógicos envolvidos. O Similab surge a partir dessa necessidade, sendo concebido não como um cenário de encenação, mas como um ambiente de ensino estruturado.

No APH, o espaço físico influencia diretamente a atuação da equipe. A limitação de área dentro de uma ambulância impacta o posicionamento dos profissionais, o acesso aos equipamentos e a dinâmica de comunicação. O Similab foi projetado para reproduzir essas limitações de forma funcional, permitindo que o treinamento considere aspectos reais da prática.

Além do espaço, o ambiente sensorial desempenha papel importante no aprendizado. Ruídos, estímulos visuais e interrupções fazem parte do cotidiano do APH. A possibilidade de controlar esses estímulos dentro do Similab permite que o instrutor ajuste o nível de complexidade do cenário, respeitando os objetivos educacionais e o estágio de formação dos participantes.

Os módulos internos do Similab foram desenhados com foco na instrução e na observação. Isso facilita o acompanhamento do desempenho da equipe, a identificação de pontos críticos e a condução de feedbacks mais precisos. A repetição dos cenários, fundamental para a consolidação do aprendizado, pode ser realizada de forma segura e padronizada.

Outro diferencial relevante é a integração do Similab aos programas educacionais existentes. Por não depender de deslocamento, licenciamento veicular ou autorizações externas, ele se torna uma ferramenta acessível e facilmente incorporada ao currículo de formação. Isso favorece a continuidade do ensino e a consistência pedagógica.

Como ferramenta educacional, o Similab contribui para a construção de treinamentos mais estruturados, alinhados às necessidades reais do APH e voltados ao desenvolvimento técnico e comportamental dos profissionais.

Educação no APH: formar profissionais para realidades complexas e decisões críticas

estudantes de medicina

A educação no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) apresenta desafios que exigem uma abordagem pedagógica própria. Diferentemente do ambiente hospitalar, o APH ocorre em espaços abertos ou restritos, sob influência direta de fatores externos como clima, trânsito, ruído, instabilidade do paciente e pressão do tempo. Esses elementos tornam o processo educativo mais complexo e demandam métodos de ensino que preparem o profissional para lidar com a imprevisibilidade.

Historicamente, grande parte da formação em saúde foi estruturada com base na transmissão de conteúdos teóricos e na repetição de procedimentos em ambientes controlados. Embora esse modelo seja importante para a construção do conhecimento técnico, ele não contempla, de forma suficiente, as exigências cognitivas e comportamentais do APH. Na prática, o profissional precisa integrar conhecimento, julgamento clínico, comunicação e coordenação em tempo real.

A educação no APH precisa ser compreendida como um processo de desenvolvimento progressivo. O aluno não aprende apenas “o que fazer”, mas “quando fazer”, “como fazer” e “por que fazer”. Essas dimensões só se consolidam quando o ensino cria oportunidades para aplicação prática do conhecimento em contextos que se aproximam da realidade operacional.

Nesse sentido, metodologias ativas ganham relevância. A simulação realística, por exemplo, permite que o aluno vivencie situações complexas, experimente diferentes abordagens e reflita sobre suas decisões sem colocar pacientes em risco. O erro, quando ocorre em ambiente educacional controlado, torna-se parte do aprendizado e não um fator de punição.

Outro aspecto essencial é a continuidade da formação. O APH exige atualização constante, revisão de protocolos e aprimoramento das habilidades não técnicas, como liderança, comunicação e trabalho em equipe. Programas educativos estruturados ao longo do tempo favorecem a consolidação do conhecimento e aumentam a segurança na prática profissional.

Educar no APH é, portanto, formar profissionais capazes de atuar com consciência, responsabilidade e adaptação. É preparar pessoas para decisões críticas em contextos reais, respeitando a complexidade do cuidado fora do ambiente hospitalar.

O QUE É O SAMU? TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER!

Samu

Sem dúvida você viu e ouviu a palavra SAMU, especialmente quando está nas ruas e se deparou com alguma ambulância. Contudo, você sabe o que é e o que significa o SAMU?

Definição sobre o que é SAMU e suas funções

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realiza assistência e atendimento médico, utilizado em situações de emergência. Criado na França em 1986, o serviço do SAMU contém a mesma sigla, que hoje no Brasil.

O primeiro SAMU introduzido no país foi em Campinas, por meio do médico coordenador José Roberto Hansen.

Em 2003, o Ministério da Saúde projetou a Política Nacional de Urgência e Emergência, para o propósito de unir a atenção às urgências.

  • A atenção primária é formada de Equipes de Saúde da Família e unidades básicas de saúde;
  • Já o nível intermediário de atenção fica sob responsabilidade das Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h) e do SAMU;
  • Sobre tudo, o atendimento de média ou alta complexidade é realizado nos hospitais.

O resgate do SAMU deve ser pelo telefone 192, e o sistema tem três finalidades:

Organização do sistema de vagas de urgência nos hospitais, educação em urgência e emergência, e atendimento clínico.

Como fazer parte da equipe do SAMU?

Agora que você já sabe o que é SAMU, vale a pena ficar informado sobre o que é preciso fazer para integrar a equipe, que conta com enfermeiros, condutores socorristas, auxiliares de enfermagem e médicos.

As oportunidades para entrar no SAMU são desde contratação via CLT, em casos onde o serviço é terceirizada, e também por meio de edital de concurso público, e os requisitos para fazer parte da equipe são os seguintes:

  • Ser brasileiro nato ou naturalizado;
  • Ter passado nas provas do concurso público;
  • Estar com as obrigações eleitorais cumpridas;
  • Ter no mínimo 18 anos no momento de assumir o cargo;
  • Possuir as competências exigidas para exercer a função;
  • Não ter antecedentes criminais;
  • Estar em dia com as obrigações do Serviço Militar;
  • Estar em condições psicológicas e físicas segundo avaliação médica;
  • Apresentar os documentos listados no edital.

O que a legislação estabelece sobre o SAMU

O campo de urgência e emergência é um componente relevante da assistência à saúde.

Os números da violência, dos acidentes e a estrutura da rede contribuem para a sobrecarga dos serviços de atendimento à população.

Consequentemente esse cenário exigiu do Ministério da Saúde a criação de iniciativas e investimentos, por esta razão foi necessário organizar e garantir a atenção às urgências e emergências.

A Portaria MS 2048/2002 é quem determina todo o Regulamento Técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência.

Basicamente essa portaria engloba o atendimento pré-hospitalar e de transporte hospitalar, além do mais administra a organização da grade curricular dos cursos ligados à área.

Profissionalização para atender a emergências

Se você se interessa pela área da saúde e pretende ingressar, a recomendação é de iniciar buscando um bom curso técnico ou de graduação. É importante, além de uma formação plena, sempre se aperfeiçoar nesse setor, se atualizando e desenvolvendo cada vez mais a aptidão e técnicas necessárias.

O SIMILAB, simulador de APH ajuda instituições de ensino e treinamento no processo de formação de profissionais da saúde, onde os alunos e profissionais da área saúde podem aprimorar suas habilidades para prestar suporte básico e avançado no atendimento pré-hospitalar.

Quer saber mais sobre o SIMILAB, simulador de ambulância? Acesse o nosso site e conheça! www.similab.com.br

Cultura de segurança na saúde e como implementá-la em sua instituição de ensino

cultura de segurança na saúde

A cultura de segurança na saúde é um conceito fundamental que visa garantir a proteção e o bem-estar dos pacientes, bem como a segurança dos profissionais de saúde.

Implementar essa cultura em instituições de ensino é essencial para formar profissionais conscientes e comprometidos com a segurança do paciente.

Abaixo, exploraremos os benefícios da cultura de segurança na saúde. Contudo, estratégias para implementá-la são essenciais. Usaremos alguns exemplos de ações para fortalecê-la em sua instituição de ensino.

Benefícios da cultura de segurança na saúde

A implementação da cultura de segurança na saúde traz uma série de benefícios tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde e as instituições de ensino. Entre esses benefícios, destacam-se:

  • Redução de erros médicos e eventos adversos: Uma cultura de segurança robusta promove práticas que minimizam a ocorrência de erros médicos, reduzindo assim os riscos para os pacientes.
  • Melhoria da qualidade do atendimento: Profissionais que se sentem seguros e apoiados estão mais propensos a fornecer um atendimento de alta qualidade, resultando em melhores resultados para os pacientes.
  • Aumento da confiança dos pacientes: Instituições que priorizam a segurança do paciente ganham a confiança e a lealdade dos pacientes, o que contribui para a reputação e o sucesso da instituição.

Como implementar a cultura de segurança na saúde em sua instituição de ensino

Para implementar efetivamente a cultura de segurança na saúde em sua instituição de ensino, é essencial adotar abordagens proativas. Contudo é importante envolver toda a comunidade acadêmica. Algumas estratégias importantes incluem:

  • Educação e treinamento: Oferecer treinamentos periódicos para todos os profissionais sobre segurança na saúde, pois isso ajuda a destacar a importância de práticas seguras e procedimentos padronizados.
  • Comunicação aberta e transparente: Promover uma cultura de comunicação aberta, onde os profissionais se sintam à vontade para relatar erros e incidentes de segurança. Assim poderão fazer sem medo de retaliação.
  • Promoção da colaboração interdisciplinar: Incentivar a colaboração entre diferentes áreas de atuação na saúde. Isso permite uma abordagem holística para identificar e resolver questões relacionadas à segurança do paciente.

Exemplos de ações para implementar

Existem várias ações práticas que podem ser adotadas para fortalecer a cultura de segurança na saúde em uma instituição de ensino:

  • Estabelecer comitês de segurança do paciente para revisar políticas, pois isso ajuda a identificar áreas de melhoria e implementar estratégias de segurança.
  • Realizar auditorias regulares para avaliar o cumprimento de práticas e protocolos de segurança.
  • Incentivar a participação ativa dos alunos em programas de segurança do paciente. Em suma, é promover a conscientização e engajamento com a cultura de segurança. Conutudo isso deve ser realizado desde o início de sua formação profissional.

Toda cultura é criada com a prática. Quando falamos de saúde e de segurança nessa área, é impossível não citar o Similab, um simulador de ambulância para praticar e incorporar práticas associadas ao atendimento pré-hospitalar. Com ele, é possível estabelecer um elevado padrão de atendimento e, por consequência, de segurança na saúde.

Com o Similab sua equipe aprende, entende, absorve e incorpora o conhecimento por meio da prática com simulações de situações reais.

Conheça agora o diferencial do nosso Similab e descubra como revolucionar a cultura da segurança na saúde.

ASFIXIA: É EMERGÊNCIA DE TRAUMA OU CLÍNICA?

Você sabia que podemos considerar a asfixia tanto uma emergência de trauma quanto clínica? No entanto, para compreender essa classificação, é necessário conhecer as diferenças desses termo

Para isso, nós da MA’S preparamos este artigo que abordará as diferenças entre esses dois tipos de emergências, como as asfixias são conceituadas e a importância do conhecimento de primeiros socorros. Continue a leitura para saber mais!

Diferença entre emergência de trauma e emergência clínica

Na emergência médica há dois tipos com características específicas: a emergência de trauma e a clínica.

Esse procedimento com o paciente acontece quando ele sofre algum ferimento ou seu estado de saúde necessita de atendimento urgente para garantir a vida!

Desta forma, é capaz de evitar que fique com alguma sequela incapacidade.

É muito importante entender o que há de diferente nas emergências, para que não haja erros no momento de socorrer alguém que precise de ajuda.

Assim, a emergência por traumas (ou traumática) recebe essa nomenclatura quando o paciente sofre algum dano por um fator externo, ou seja, lesões sofridas por algo que a fisiologia do corpo humano não consegue suportar.

É o caso de uma obstrução das vias áreas, levando a pessoa ao sufocamento, ou a vítima que se engasga com algum alimento, por exemplo.

Em situações assim, a pessoa pode ter os níveis de consciência alterados, mal-estar, batimentos cardíacos acelerados ou hemorragias (externas ou internas), gerando a necessidade de atendimento rápido.

Já a emergência clínica trata-se da circunstância em que a pessoa se encontra com seu estado de saúde grave, porém, não causado por algo externo, geralmente ocasionado por uma determinada doença, como infartos, desmaios e convulsões, por exemplo.

Nesses casos, a pessoa deve ser encaminhada o mais rapidamente possível para um centro hospitalar, a fim de receber o atendimento médico adequado.

Principais causas da asfixia

Para entender melhor sobre o assunto, abordaremos alguns pontos importantes sobre a asfixia (também conhecida como sufocação) e suas principais causas.

Ela acontece quando o oxigênio que recebemos do ambiente é impedido de chegar até os alvéolos pulmonares.

Isso faz que ocorra insuficiência de oxigenação no organismo, podendo levar à morte, caso a pessoa não seja socorrida a tempo.

As principais causas são:

  • Afogamento ou enforcamento;
  • Aspiração de substâncias nocivas;
  • Obstrução das vias respiratórias por objetos estranhos ingeridos;
  • Falta de oxigênio no ambiente, ou seja, um local sem ventilação;
  • Paralisia dos músculos respiratórios causada por alguma doença degenerativa etc.;

A importância dos primeiros socorros

Socorrer uma vítima de asfixia na emergência, não é algo tão simples!

É fundamental um conhecimento técnico, para tudo!

É também necessário muito cuidado, para que a pessoa seja atendida da maneira correta, evitando sequelas ou até mesmo seu óbito.

Para isso, é de extrema importância que os cidadãos, principalmente colaboradores em uma empresa saberem os primeiros socorros.

Faça um curso de primeiros socorros, como os oferecidos pela MA’S e veja como é muito importante!

No curso, todos aprenderão a agir em situações de engasgo e outros casos.

Casos de parada cardíaca, locomoção de uma vítima e diversos outros pontos, inclusive na prática, com simulações.

Dessa forma, ter conhecimento das técnicas e dos procedimentos corretos pode ajudar a socorrer vítimas de maneira mais rápida, eficiente e salvar vidas.

Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossos treinamentos!

Para quem o Similab é indicado: o simulador de APH que atende às demandas reais da formação em saúde

Método START no APH

O atendimento pré-hospitalar exige preparo técnico, raciocínio rápido e estabilidade emocional. Para desenvolver essas competências de maneira consistente, instituições precisam de ambientes controlados, realísticos e alinhados às práticas atuais do APH. O Similab foi projetado justamente para suprir essa necessidade.

Mais do que um simulador de ambulância, ele é uma plataforma de ensino que atende a diferentes públicos da saúde, sempre com o objetivo de aprimorar a formação profissional. Entender quem se beneficia do Similab é essencial para visualizar seu impacto direto na qualidade do atendimento e no desenvolvimento de equipes.

Instituições de ensino que buscam elevar o padrão formativo

Universidades e escolas técnicas são alguns dos principais beneficiados pelo Similab. Em cursos como Enfermagem, Medicina e áreas correlatas, grande parte do aprendizado inicial acontece em ambientes controlados — e isso é fundamental para transformar conhecimento teórico em prática segura.

Com o simulador, alunos vivenciam a rotina de uma ambulância antes do primeiro contato com o campo real, treinam procedimentos, melhoram raciocínio clínico e desenvolvem comportamentos essenciais para situações de emergência. Para instituições, isso representa uma formação mais completa, moderna e alinhada às exigências do mercado.

Centros de simulação e capacitação profissional

Centros de treinamento que já utilizam metodologia de simulação encontram no Similab uma ferramenta de alto impacto. Como ele replica fielmente o ambiente interno de uma ambulância, profissionais podem treinar fluxos de atendimento, atuação em espaços reduzidos, tomada de decisão sob pressão e aplicação de protocolos como XABCDE, MARCH, ABC e START.

Para essas instituições, a vantagem está na possibilidade de criar cenários realísticos, complexos e repetitivos, que fortalecem a habilidade técnica e comportamental das equipes.

Serviços de emergência e equipes operacionais

O Similab é altamente indicado para serviços como SAMU, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil, pois permite treinar equipes sem retirar ambulâncias reais de circulação. Isso reduz custos operacionais, evita interrupções de atendimento e possibilita simulações avançadas sem risco a pacientes ou equipamentos.

Para esses serviços, o simulador é uma solução estratégica, capaz de aprimorar:

• comunicação e coordenação entre equipes
• triagem e priorização
• execução de protocolos sob pressão
• preparo emocional
• respostas em ambientes complexos

Treinos desse tipo aumentam a segurança da população atendida e fortalecem a qualidade das operações.

Hospitais e unidades de pronto atendimento

Embora o Similab seja focado no pré-hospitalar, hospitais e UPAs também se beneficiam ao utilizá-lo para treinar fluxos de entrada, estabilização inicial e tomada de decisão em situações críticas. A integração entre pré-hospitalar e ambiente hospitalar é cada vez mais valorizada, e a simulação ajuda a alinhar essas etapas.

Secretarias de saúde e consórcios intermunicipais

Gestores públicos enfrentam desafios logísticos e financeiros para manter equipes bem treinadas. O Similab permite capacitar profissionais de diferentes municípios em um único ambiente, garantindo padronização de protocolos e melhorando o preparo geral das equipes de emergência locais.

Além disso, reduz a necessidade de deslocamento de ambulâncias reais para treinamento, evitando custos e mantendo os recursos disponíveis para a população.

Estudantes que buscam experiência realística antes do estágio

Para alunos que estão se preparando para entrar no estágio ou internato, o Similab representa uma oportunidade de desenvolver segurança, autonomia e maturidade clínica em um ambiente livre de riscos.

Esse primeiro contato com o APH simulado ajuda o estudante a:

• entender fluxos e rotinas do atendimento
• aprimorar habilidades técnicas
• conhecer a dinâmica do ambiente
• desenvolver confiança para o campo real

É um processo que reduz ansiedade, aumenta o desempenho e melhora a transição entre teoria e prática.

O Similab como ferramenta transversal de formação

O simulador atende públicos com diferentes níveis de experiência: do estudante iniciante ao profissional experiente que deseja aprimorar condutas. Essa versatilidade faz do Similab uma ferramenta transversal, capaz de integrar ensino, capacitação e reciclagem profissional em um único ambiente.

Ao treinar competências técnicas, comportamentais e emocionais, o simulador se torna um recurso fundamental para qualquer instituição que busca excelência na formação em APH.

Prestação de cuidados de saúde e o avanço de novas tecnologias

Prestação de cuidados de saúde e o avanço de novas tecnologias

A prestação de cuidados de saúde está passando por uma transformação significativa impulsionada pelo avanço das novas tecnologias.

No âmbito do atendimento pré-hospitalar, essas inovações têm desempenhado um papel crucial na melhoria da eficácia e na rapidez do atendimento.

Vamos explorar como dispositivos médicos portáteis, sistemas de comunicação avançados e aplicativos móveis estão revolucionando o campo do atendimento pré-hospitalar, e a importância do treinamento dos profissionais para aproveitar ao máximo essas tecnologias.

Dispositivos médicos portáteis para diagnóstico rápido na prestação de cuidados de saúde

Um dos avanços mais significativos na prestação de cuidados de saúde é a disponibilidade de dispositivos médicos portáteis para diagnóstico rápido, pois eles permitem que os profissionais realizem avaliações e testes essenciais diretamente no local da emergência, agilizando o processo de diagnóstico e tratamento.

Por exemplo, monitores portáteis de sinais vitais podem fornecer informações cruciais sobre o estado do paciente, permitindo uma intervenção precoce e mais eficaz.

Sistemas de comunicação avançados para coordenação de emergência

Outra área em que a tecnologia está transformando a prestação de cuidados de saúde é na comunicação durante situações de emergência.

Sistemas de comunicação avançados permitem uma coordenação mais eficiente entre os profissionais de saúde, equipes de resgate e centros de controle de emergência. Em suma, é possível garantir que todas as partes envolvidas estejam atualizadas em tempo real sobre a situação do paciente. Isso permite uma resposta rápida e coordenada para garantir o melhor resultado possível.

Aplicativos móveis para auxílio no campo

Os aplicativos móveis também estão desempenhando um papel cada vez mais importante na prestação de cuidados de saúde no campo.

Aplicativos projetados especificamente para profissionais de saúde pré-hospitalar podem fornecer acesso rápido a informações médicas, protocolos de tratamento e orientações de emergência. Contudo, esses aplicativos podem ser usados para registrar dados do paciente, facilitando a documentação precisa e o compartilhamento de informações entre os membros da equipe de atendimento.

A importância do treinamento na prestação de cuidados de saúde para utilização das tecnologias

É crucial ressaltar que o sucesso da integração dessas tecnologias na prestação de cuidados de saúde depende do treinamento adequado dos profissionais.

Os profissionais de saúde pré-hospitalar precisam estar familiarizados com o funcionamento desses dispositivos e aplicativos, bem como com os protocolos de uso e as melhores práticas para sua implementação.

O Similab é um simulador de ambulância avançado que pode ser usado para treinar profissionais no uso de tecnologias emergentes no campo do atendimento pré-hospitalar, preparando-os para enfrentar uma variedade de situações de emergência com confiança e eficiência.

As novas tecnologias estão revolucionando a prestação de cuidados de saúde, especialmente no campo do atendimento pré-hospitalar. No entanto, é fundamental que os profissionais de saúde recebam o treinamento adequado para utilizar essas tecnologias de forma eficaz. Em suma, é possível garantir que possam aproveitar ao máximo seu potencial para salvar vidas e melhorar a qualidade do atendimento pré-hospitalar.

Com o Similab, o atendimento pré-hospitalar e, consequentemente, toda a prestação de cuidados de saúde é elevada a um novo patamar. Pois a aplicação correta das novas tecnologias e o prepara para situações cotidianas é fundamental.

Fale agora mesmo conosco e descubra como você pode aprimorar a prestação de cuidados de saúde de sua equipe.

CLASSIFICAÇÃO DE AMBULÂNCIA: QUAIS OS TIPOS?

classificação de ambulância

As ambulâncias são meios de transporte da à área da saúde. Neste artigo, você vai entender mais sobre como funciona a classificação de uma ambulância, e quais os tipos de emergências.

Quando a sirene está ligada, sabemos que elas estão a caminho de atender alguém em alguma emergência.

Esse veículo carrega profissionais como enfermeiros, técnicos, socorristas e médicos, com o objetivo de levar atendimento móvel até o paciente – ou transportá-lo até o hospital.

Mas, você sabia que existem diferentes tipos de classificação para as ambulâncias, assim como variados serviços prestados?

Classificação das ambulâncias: tipos e diferenças

As classificações das ambulâncias são para depender da urgência e necessidade do paciente. Isto irá influenciar no tipo de profissionais que estarão na ambulância, assim como no tipo de suporte e medicamentos. Confira!

Ambulância de transporte – Classificação tipo A

Acionada quando os pacientes não correm risco de vida e precisam apenas de transporte, como do hospital até a casa ou vice-versa, por exemplo, para realizar um exame.

Esse tipo de transporte de ambulância é equipado com oxigênio medicinal, suporte para soro, maca e sinalizador como equipamentos obrigatórios.

Pode estar presente somente o motorista, ou se o paciente estiver tomando soro, é importante que um enfermeiro esteja com ele.

Ambulância de suporte básico- Classificação tipo B

Indicada para pacientes que estão com risco de vida, mas que ainda não é do conhecimento médico, por isso ele precisa ser encaminhado ao hospital.

Por isso também, o paciente pode precisar de ventilação mecânica e de fibrilação ou desfibrilação.

O veículo é equipado com aparelhos básicos que auxiliam a manter o paciente estável e com vida, como sinalizador óptico e sonoro, maca e suporte para soro.

Além disso, há instalação da rede de oxigênio em cilindros. Está presente o motorista, socorrista e enfermeiro, que tenha experiência em emergência.

Ambulância de resgate- Classificação tipo C

Quando a pessoa está em caso de emergência e corre risco de vida.

A ambulância é equipada também com sinalizador, equipamento de rádio de comunicação fixo e móvel, maca e soro.

Portanto, a ambulância classificada acompanha também um: Motorista, socorrista e enfermeiro, que tenha experiência em emergência e até um médico.

Ambulância com suporte avançado – Classificação tipo D

Indicada para pacientes que estão em alto risco decorrente de uma emergência pré-hospitalar.

A ambulância também é usada no transporte entre hospitais. Está presente o motorista, enfermeiro e médico.

Alguns procedimentos previstos em Lei para classificação de ambulância

Existem alguns procedimentos que são obrigatórios na chegada ou saída de uma ambulância. Por exemplo:

  • O hospital jamais pode negar atendimento em casos que se encaixam em sua capacidade;
  • Caso o paciente precise de remoção, o médico deve prescrever no prontuário;
  • Se o paciente estiver em estado grave ou com risco de vida, só pode ser retirado do hospital com equipe completa na ambulância;
  • Se a ambulância não dispor de atendimento básico respiratório e hemodinâmico, o paciente com risco de vida iminente não pode ser transportado.

Há casos em que o paciente é encaminhado para a UTI.

Classificação de ambulância para UTI: o que é?

A classificação das ambulâncias destina-se também ao atendimento e transporte de pacientes que apresentam alto risco, no caso de emergências pré-hospitalares ou no transporte entre hospitais e unidades de saúde.

Mas, neste contexto, temos o exemplo de uma ambulância UTI, utilizada exclusivamente nesses casos.

É importante mencionar que essa classificação é regulamentada e estabelecida pela portaria 2048/2002 do MS.

Treinamentos para profissionais de saúde para atuação em situações de emergência

Com o SIMILAB, simulador de APH, é possível que professores e alunos compreendam a classificação das ambulâncias, além de realizar e repetir os exercícios, também assistam a simulações sendo realizadas por seus colegas.

Isso permite que todos se envolvam na solução de problemas e ações propostas, aprendendo de forma colaborativa e assistida.

Portanto, é fato de que o realismo possibilita que os alunos experimentem as dificuldades de realizar procedimentos dentro do espaço apertado de uma ambulância real.